Por 7 votos a 0, a maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou por manter a validade das delações da JBS e o ministro Edson Fachin como relator do acordo de colaboração premiada.
A votação hoje foi iniciada pelo ministro Roberto Barroso, seguido de Rosa Weber, Luiz Fux, Diaz Toffoli e por último Ricardo Lewandowski, todos endossaram a mesma tese, pela manutenção das delações e do relator. O próprio ministro Fachim e Alexandre de Morais votaram na uqrta feira (21) também pela manutenção.
Ainda faltam os votos de Gilmar Mendes, Marco Aurélio, Celso de Mello e da presidente, Cármen Lúcia. A presidente informou que a votação só será retomada na próxima quarta-feira (28). E os magistrados ainda podem mudar os votos até o final do julgamento.
O julgamento foi motivado por uma questão de ordem apresentada pelo ministro Edson Fachin, relator dos processos que tiveram origem nas delações da empresa. Os questionamentos sobre a legalidade dos acordos da JBS foram levantados pela defesa do governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, um dos citados nos depoimentos dos executivos da empresa. A defesa contesta a remessa do processo a Fachin, além dos benefícios concedidos ao empresário Joesley Batista, um dos donos da JBS.
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