Após a morte de Luzivânia Brito, que sacou junto com sua filha do brinquedo conhecido como “Polvo”, no parque de diversões Golden Park, os processos de liberação de alvará de funcionamento para esse tipo de empreendimento começaram a ser investigados.
O engenheiro e presidente do Conselho Regional de Engenharia (CRE), Cleudson Campos foi apontado como responsável pela morte de Luzivânia, pois ele teria autorizado o funcionamento do parque. Entretanto, o suspeito afirma que a Anotação de Responsabilidade Técnica do brinquedo foi fraudada.
Ele informou que foi procurado pela direção do Golden Park e chegou a fazer uma ART, mas em forma de rascunho. Antes de assinar à definitiva, Cleudson desistiu do trabalho, dando baixa na ART, alegando falta de tempo.
O “Polvo” recebeu laudo técnico e ART assinados por outro engenheiro: Luís do Rosário Costa. Cleudson diz ainda que foi procurado para outro serviço, o de instalação da estrutura metálica, que compreende, entre outras coisas, a cerca de proteção da área ocupada pelo parque.
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