A paralisação de rodoviários que afetou o Expresso Rei de França (Empresa 1001) nesta segunda-feira (26) em São Luís teve intensidade variável. A greve, motivada pelo atraso no pagamento dos salários de janeiro e do décimo terceiro salário, foi parcialmente contornada após a empresa realizar pagamentos a uma parte do quadro de motoristas.
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Embora a garagem tenha operado com parte da frota, muitos trabalhadores permaneceram em protesto na porta do pátio. Apenas os funcionários que efetivamente receberam os valores devidos assumiram os volantes e iniciaram as viagens pela cidade. Os demais continuam aguardando uma solução definitiva para a regularização dos débitos.
A medida da empresa, ainda que insuficiente para normalizar completamente a operação, evitou um colapso maior no sistema de transporte. A circulação de ônibus foi prejudicada, com redução no número de veículos em operação, mas não foi totalmente paralisada.
Não houve um comunicado oficial da Expresso Rei de França detalhando os critérios para os pagamentos parciais ou um cronograma para a quitação completa dos salários e do décimo terceiro pendentes. A situação mantém-se instável, com a possibilidade de novos impactos no serviço caso a empresa não regularize a situação com todos os funcionários.
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