Os serviços de coleta e limpeza urbana de São Luís amanheceram paralisados nesta segunda-feira (22). A mobilização, coordenada pelo Sindicato de Asseio e Conservação de São Luís (SEEAC), reuniu cerca de 1.400 trabalhadores, segundo estimativa da entidade.
A concentração dos servidores ocorre desde as 7h na base da empresa São Luís Engenharia Ambiental (SLEA), localizada na Avenida dos Africanos, nas proximidades da antiga barreira eletrônica. A categoria decidiu cruzar os braços em adesão a um movimento de alcance nacional, organizado por sindicatos e entidades de diversos estados.
A pauta principal da paralisação é a aprovação do Projeto de Lei 4146/2020 no Senado Federal. A proposta legislativa busca regulamentar a profissão do trabalhador essencial da limpeza urbana em todo o Brasil. Entre as principais garantias previstas no texto estão a criação de um piso salarial nacional estipulado em R$ 3.036 para os garis, a fixação de uma jornada de trabalho de 40 horas semanais, o pagamento de adicional de insalubridade de 40% e o direito à aposentadoria especial.
A diretoria do SEEAC, liderada pelo presidente Maxwell Bezerra, acompanha a concentração no local para dialogar com a imprensa e detalhar os próximos passos do movimento na capital maranhense. A reportagem procurou a São Luís Engenharia Ambiental e a Prefeitura de São Luís para comentar os impactos da paralisação e eventuais negociações, mas não obteve retorno até o fechamento desta edição.
Leia outras notícias em recordnewsma.com. Siga a Record News MA no Instagram, curta nossa página no Facebook e se inscreva em nosso canal no Youtube. Envie informações e denúncias através do nosso WhatsApp (98) 99100-8186.



