O secretário-chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares, disse que as contas deixadas pelo Governo do Estado somam R$ 1,2 bilhões. A afirmação foi feita durante uma coletiva na manhã desta sexta-feira (9) na qual participaram ainda Marcellus Alves (Fazenda) e Cinthia Mota (Planejamento e Orçamento).
Apesar do cenário de caos financeiro, o secretário Marcelo Tavares afirmou que o pagamento de servidores, os programas sociais e as medidas anunciadas pelo governador Flávio Dino estão assegurados.
Para garantir tais medidas, o governador eleito Flávio Dino determinou a redução de 30% do orçamento de custeio, que implica em uma economia de mais R$ 800 milhões, este ano.
De acordo com o secretário-chefe da Casa Civil, o endividamento prevê entre outras obrigações o pagamento de R$ 110 milhões para o Bank OfAmerica, referente à primeira parcela de empréstimo contraído pelo governo passado já para este mês de janeiro.
Há ainda dívida relativa a empréstimos consignados orçados em R$ 72 milhões. O governo anterior descontou da folha dos servidores e não fez o repasse aos credores.
Com relação aos convênios, Tavares afirmou que 95% do valor destes não foram empenhados, acarretando em gastos que transpuseram os limites da responsabilidade fiscal. “Apenas 5% do valor dos convênios foi empenhado. Não ocorreu a transparência de gastos”, completou.
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