A ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara (PSOL), deixará o cargo ainda nesta semana para se lançar à reeleição como deputada federal por São Paulo. Eleita pela primeira vez em 2022, a maranhense de 51 anos explicou que a escolha pelo estado paulista se deve ao maior número de cadeiras na Câmara dos Deputados e ao cenário eleitoral mais favorável em termos de votos, quando comparado ao seu estado de origem, o Maranhão.
Com a saída da titular da pasta, o Ministério dos Povos Indígenas será assumido interinamente por Eloy Terena, atual secretário-executivo. Advogado e liderança indígena, Terena atuou ao lado de Sônia na Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), principal entidade representativa dos povos originários no país.
A informação foi confirmada pela Folha de S.Paulo. Sônia Guajajara, que também é uma das principais vozes do movimento indígena brasileiro, deixa o comando da pasta criada no terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para tentar seguir na Câmara Federal.
A transmissão de cargo deve ocorrer nos próximos dias, e Eloy Terena responderá pelo ministério até que um novo titular seja nomeado definitivamente.
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