O Ministério Público Eleitoral pediu o retorno da investigação que tramitava no TRE para o julgamento de suposta prática de crime cometido pelo atual prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior. Segundo os autos, o instituto Superior de Educação Continuada teria sido contratado pelo no valor de cerca de R$33 milhões com a finalidade de cooptação de votos.
A investigação foi iniciada em 2015. Mas para a Procuradoria Regional Eleitoral, o foro privativo contraria a igualdade de todos perante a lei e dessa forma, os mandatários políticos devem responder na primeira instância como qualquer pessoa. As investigações tramitaram inicialmente perante o juízo da 1ª Zona Eleitoral.
Confira a reportagem completa de Mariana Dias
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