A medida foi implementada para antecipar a criação de um banco de perfis genéticos antes da concessão das saídas temporárias, conhecidas como “saidinhas” de Natal, previstas para começarem em 20 de dezembro. A expectativa das autoridades é processar todo o material coletado antes da noite de Natal.
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De acordo com a Perícia Oficial do estado, já foram realizadas mais de 7.500 coletas de DNA de condenados, que são cadastradas na Rede Integrada de Perfis Genéticos. A iniciativa busca fortalecer a capacidade de investigação e resolução de casos, criando um registro que pode ser crucial em eventuais delitos.
A ação é respaldada por uma alteração recente na legislação, que ampliou o número de pessoas condenadas obrigadas a fornecer material genético. A parceria entre os órgãos pretende coletar o DNA de 100% dos indivíduos que se enquadram na nova regra, com a meta de tornar o Maranhão o primeiro estado do Brasil a cumprir integralmente essa demanda.
Representantes da administração penitenciária afirmaram que a medida é um esforço para garantir um Natal mais seguro para a população. A coleta preventiva permitirá uma resposta mais ágil das forças de segurança, caso algum beneficiário da saidinha cometa infrações durante o período de liberdade temporária.
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