Às vésperas de divulgar um novo levantamento no Maranhão, previsto para esta sexta-feira (1º), o Instituto Veritá acumula uma série de embates judiciais em diferentes regiões do país. A pesquisa feita pelo jornalista Isaías Rocha revela que decisões da Justiça Eleitoral determinaram a suspensão de pesquisas realizadas pela empresa no Espírito Santo, Alagoas e Piauí, ampliando o cerco sobre a atuação do instituto.
Além das suspensões já confirmadas, há investigações e contestações em andamento envolvendo levantamentos atribuídos ao Veritá em Sergipe, Pará, Distrito Federal, Minas Gerais e São Paulo, além do próprio Maranhão. O sistema da Justiça Eleitoral aponta ainda que, nos últimos 30 dias, o instituto também teve pesquisas suspensas em Pernambuco, Tocantins, Mato Grosso do Sul, Goiás e Paraná.
Na Bahia, o caso foi remetido ao Tribunal Superior Eleitoral, após o relator entender que a análise deveria ser feita em instância superior, com comunicação ao setor responsável pelo controle de pesquisas eleitorais. O movimento indica uma tentativa de centralizar as decisões sobre a regularidade dos levantamentos feitos pelo Veritá, diante da repetição de questionamentos em diferentes unidades da federação.
O instituto não se manifestou publicamente até o fechamento desta edição. A divulgação da pesquisa no Maranhão, que ocorreria nesta sexta, ainda não foi confirmada diante do cenário de instabilidade jurídica.
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