O desaparecimento dos irmãos Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, completa três semanas nesta quarta-feira (21) sem que as autoridades tenham encontrado pistas concretas sobre o paradeiro das crianças. O caso, que mobiliza uma grande força-tarefa no município de Bacabal, a 250 km de São Luís, permanece sem solução, com buscas concentradas em áreas de mata fechada e no rio Mearim.
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Nesta terça-feira (20), um novo capítulo foi acrescentado à investigação. Anderson Kauã, de 8 anos, primo das crianças desaparecidas, recebeu alta hospitalar após 14 dias internado e, com autorização da Justiça, passou a colaborar imediatamente com as buscas. Acompanhado por policiais, o menino refez o caminho que teria percorrido com os primos, indicando o trajeto até uma cabana abandonada em meio à mata. A diligência, contudo, não resultou em nenhum vestígio que levasse a Ágatha e Allan.
As operações de busca, que envolvem policiais civis, militares e federais, têm ampliado gradualmente o perímetro de atuação. As equipes focam em três pontos principais: o último local onde as crianças foram vistas, a área onde Anderson Kauã foi encontrado há 12 dias, e o relato prestado pelo menino após seu resgate.
Na segunda-feira (19), a investigação se estendeu a uma vila de pescadores no povoado São Raimundo, região próxima ao local onde o primo foi localizado. Agentes da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-MA) ouviram moradores da comunidade na condição de testemunhas. De acordo com a Polícia Civil, não há, até o momento, indícios de envolvimento dos pescadores no desaparecimento. A ação teve como objetivo colher informações que possam auxiliar no esclarecimento do caso.
Um grupo especial de oito delegados e investigadores da Polícia Civil do Maranhão (PC-MA) está dedicado integralmente ao inquérito, que tenta desvendar o mistério que cerca o sumiço dos dois irmãos. A população local segue apreensiva, aguardando notícias que possam indicar o paradeiro de Ágatha e Allan.
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