Em um aceno de apaziguamento regional em meio à escalada do conflito no Oriente Médio, o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, pediu desculpas formalmente aos países do Golfo Pérsico pelos recentes incidentes envolvendo mísseis e drones iranianos que atingiram territórios vizinhos. Em discurso transmitido pela TV estatal, Pezeshkian anunciou que as forças armadas foram instruídas a não mais atacar nações da região, a menos que sofram um ataque primeiro.
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A declaração ocorre em um dos dias mais violentos desde o início da ofensiva conjunta de Estados Unidos e Israel contra o Irã. Teerã amanheceu sob explosões e colunas de fumaça. Pelo menos 16 aeronaves da Guarda Revolucionária Islâmica foram destruídas em um aeroporto da capital por ataques da força aérea israelense.
O saldo de mortos, segundo autoridades iranianas, já ultrapassa 1.300 civis, com milhares de feridos ao longo da última semana. Em retaliação, o Irã lançou uma nova rodada de ataques com drones contra Tel Aviv e alvos americanos na região. Um desses drones caiu nas proximidades do Aeroporto Internacional de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, o mais movimentado do mundo antes do conflito.
Explosões também foram relatadas no Catar e no Barein. Na Arábia Saudita, sistemas de defesa interceptaram mísseis que se dirigiam a um campo petrolífero. Diante da instabilidade, a postura dos demais países árabes tem sido defensiva, mas o temor internacional é de que sejam arrastados para o confronto, formando uma frente unida contra Teerã.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reagiu às declarações iranianas com tom de triunfo. Em uma rede social, Trump afirmou que o Irã “não é mais o valentão do Oriente Médio, mas o perdedor” e que continuará sendo duramente atacado “até se render por completo ou entrar em colapso total”.
Apesar do pedido de desculpas aos vizinhos, Pezeshkian reiterou em seu discurso que o Irã jamais se renderá. O ministro da Defesa iraniano defendeu que o país precisa agir com sabedoria e evitar erros de cálculo neste momento crítico.
Enquanto os combates se intensificam, a comunidade internacional corre para repatriar seus cidadãos. Países europeus organizam voos fretados para retirar turistas e residentes de áreas de risco. Em Omã, um grupo de turistas franceses permanece hospedado em um hotel, à espera de informações de suas agências de viagem.
O conflito se expande para outras fronteiras. O primeiro-ministro de Israel afirmou que há um plano organizado para a próxima fase da guerra e que se aproxima o momento de “libertar os iranianos”. Paralelamente, Israel advertiu o governo libanês sobre a necessidade de desarmar o Hezbollah, sob ameaça de consequências severas.
Hoje, bombardeios israelenses destruíram edifícios nos subúrbios ao sul de Beirute, reduto do grupo extremista. Segundo o Ministério da Saúde libanês, mais de 200 pessoas morreram nos últimos dias, e centenas de milhares foram deslocadas de suas casas.
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