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Medida atinge TikTok, YouTube e Instagram; verificação facial e responsabilização criminal de executivos estão entre as regras previstasO governo do Reino Unido anunciou nesta segunda-feira a proibição do acesso de menores de 16 anos a plataformas de redes sociais. A medida, que afeta serviços como TikTok, YouTube, Instagram, Facebook e X, entra em vigor em março do próximo ano. Aplicativos de mensagens privadas, como WhatsApp e Signal, ficam fora da restrição.

O anúncio foi feito pelo primeiro-ministro Keir Starmer, que classificou a decisão como um momento crucial para o país e para o futuro das crianças britânicas. A iniciativa integra um plano mais amplo do governo para reduzir os impactos nocivos da tecnologia sobre a população infantojuvenil.

O mecanismo de verificação de idade será baseado em reconhecimento facial, sistema semelhante ao já empregado para barrar o acesso de menores a sites pornográficos, nos termos do Online Safety Act, a lei britânica de segurança digital. O órgão regulador local deverá detalhar as regras nos próximos meses.

Além do bloqueio, a administração britânica exigirá que empresas como Apple e Google desenvolvam ferramentas embutidas em sistemas operacionais para detectar e impedir o envio de imagens com nudez a menores. Adultos que desejarem compartilhar ou visualizar esse tipo de conteúdo terão de passar por verificação de identidade. Caso as companhias não implementem as salvaguardas em até três meses, o governo apresentará um projeto de lei para impor as obrigações sob pena de multa e responsabilização criminal de executivos.

As plataformas reagiram ao anúncio. O YouTube afirmou que proibições generalizadas afastam as crianças de experiências curadas e supervisionadas, empurrando-as para serviços anônimos e com menos moderação. O Snapchat, por sua vez, destacou que a maior parte do tempo gasto na plataforma ocorre em mensagens privadas entre amigos e familiares, e que um veto total não tornará os adolescentes mais seguros.

A Meta, dona do Instagram, do Facebook e do WhatsApp, declarou que a proibição corre o risco de direcionar os jovens para alternativas não regulamentadas, que carecem de proteções integradas e ferramentas de controle parental. A empresa defende que qualquer restrição seja sustentada por um sistema de verificação de idade nos próprios aparelhos, para que os usuários não precisem entregar documentos de identidade a dezenas de serviços individuais.

O Google afirmou estar comprometido com a proteção dos jovens e disse que trabalha de forma construtiva com parceiros no Reino Unido para encontrar soluções eficazes que preservem a privacidade e impeçam a disseminação de conteúdo prejudicial. A Apple não se pronunciou, embora já possua recursos que alertam usuários quando nudez é detectada em mensagens.

O governo britânico justifica a intervenção como viável a curto prazo e essencial para desestruturar redes de aliciamento e extorsão financeira baseadas em chantagem sexual contra menores. Atualmente, o país registra uma denúncia de abuso sexual infantil a cada cinco minutos, e 91% das imagens analisadas pelas investigações foram geradas pelas próprias vítimas. Segundo a polícia local, predadores utilizam as plataformas para incentivar automutilação, suicídio e transmissão ao vivo de abusos sádicos.

Com a decisão, o Reino Unido se alinha à Austrália, que barrou o acesso de menores de 16 anos a redes sociais em dezembro do ano passado. Na Europa, França, Dinamarca e Polônia avaliam adotar restrições severas, enquanto a Grécia anunciou que proibirá o ingresso de menores de 15 anos a partir de janeiro de 2027.

A entidade de defesa da liberdade de expressão Big Brother Watch criticou a medida. A organização alertou que o governo está imitando a política australiana, cuja eficácia foi questionada pela própria comissária de segurança digital da Austrália. O grupo também ponderou que as propostas forçarão o público a confiar documentos de identidade a empresas com histórico de vazamentos e ataques cibernéticos.

Esta resposta é gerada por AI, apenas para referê

Iniciativa ocorre neste sábado (30) e prevê cerca de 3.500 atendimentos para pacientes previamente agendados em São Luís O Hospital Universitário da Universidade Federal do Maranhão (HU-UFMA) vai participar do “Dia E – HU Brasil em Ação”, neste sábado (30/05). Trata-se de uma mobilização nacional que integra os 45 hospitais federais administrados pela Rede HU Brasil em todas as regiões do país. Em São Luís, a iniciativa prevê mais de 3.500 atendimentos voltados à saúde da pessoa idosa, incluindo cirurgias eletivas, consultas, exames diagnósticos e procedimentos terapêuticos realizados de forma simultânea. A força-tarefa é exclusiva para pacientes previamente agendados, sem demanda espontânea.

A ação envolve equipes multiprofissionais e estrutura hospitalar ampliada para garantir mais agilidade, acolhimento e resolutividade nos atendimentos. Para Dyego Brito, gerente de Atenção à Saúde do hospital universitário, o mutirão representa um reforço importante na assistência à saúde da população, sobretudo da pessoa idosa. “É um público que exige um cuidado cada vez mais atento e especializado. Aqui no HU-UFMA, acompanhamos diariamente o aumento dessa demanda e entendemos a importância de garantir um acesso mais ágil, acolhedor e humanizado para essas pessoas”, afirma.

O gestor destaca ainda que o volume de atendimentos programados para este sábado será importante para a redução das filas. “Além do número expressivo de atendimentos, o mutirão também contribui para otimizar o fluxo da rede, reduzindo o tempo de espera de muitos pacientes e possibilitando que novos usuários avancem nas filas regulatórias”, pontua.

Dia E – HU Brasil em Ação

O Dia E faz parte do Projeto HU Brasil em Ação, uma iniciativa da Rede HU Brasil, em parceria com os ministérios da Educação e da Saúde, criada para ampliar o acesso da população brasileira a cirurgias eletivas, consultas, exames e procedimentos diagnósticos e terapêuticos por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). A mobilização ocorre de forma simultânea nos 45 hospitais vinculados à estatal, fortalecendo a assistência em saúde em todas as regiões do país.

Em 2025, foram realizadas três edições nacionais do Dia E – HU Brasil em Ação, que somaram quase 100 mil atendimentos. Já em 2026, a iniciativa chega à sua segunda edição. A primeira ocorreu no mês de março, com foco na saúde da mulher, e contabilizou mais de 45 mil atendimentos em âmbito nacional.

Além de contribuir para a redução das filas e do tempo de espera no SUS, as ações envolvem residentes e graduandos, promovendo uma formação voltada para um cuidado qualificado, humanizado e conectado às necessidades da população.

Sobre HU Brasil

O HU-UFMA faz parte da Rede HU Brasil desde 2013. A estatal foi criada por meio da Lei nº 12.550/2011, vinculada ao Ministério da Educação (MEC), e nasceu tendo como nome oficial Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh. Em 2026, em um reposicionamento junto à sociedade, ao mercado e instituições parceiras, passou a ter um novo nome, que carrega sua essência: HU Brasil. A estatal é responsável pela administração de 45 hospitais universitários federais em 25 unidades da federação, apoiando e impulsionando suas atividades de assistência, pesquisa e inovação por meio de uma gestão de excelência.